Semeia um pensamento e colherás um desejo; semeia um desejo e colherás a acção; semeia a acção e colherás um hábito; semeia o hábito e colherás o carácter.
(Tihamer Toth)
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Cansaço
As férias não são um período propício a grande produtividade bloguística. Para piorar as coisas há sempre uma catrefada de coisas para fazer e projectos para realizar que não fica tempo nenhum para descansar nem para criar algo que se veja.
Por essas razões, por aqui não há nada de novo.
Por essas razões, por aqui não há nada de novo.
sábado, 24 de janeiro de 2009
Crise???
Não conheço o Arnaldo mas acho que ele está certo. Não há crise que resista à dinâmica da força de trabalho.Uma gentileza de Ferina IZY
domingo, 19 de outubro de 2008
Trabalho?
Portugal é dos países com menos horas efectivas de trabalho por semana, de acordo com um estudo da Eurofound. A população empregada do país trabalha menos 1,2 horas do que a média e menos 2,9 do que nos países mais laboriosos.
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1031111
É... sintomático...
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1031111
É... sintomático...
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Trabalho
terça-feira, 1 de maio de 2007
O Trabalho
Hoje não se trabalha. É o dia do trabalhador. Aproveita-se para preguiçar, ficar um pouco mais na cama, mesmo com uma enorme vontade de fazer xixi (não sei porque carga de água haviam de inventar este termo para dizer mijar), dar um salto ao shoping ou participar activamente nas acções de rua promovidas pelas diversas facções políticas e sindicais.
Eu sou uma excepção à regra e, por isso, aqui estou a trabalhar. Um trabalho intelectual, uma breve reflexão, um desafio a mim próprio, a ver se consigo produzir algo que satisfaça a minha vontade de clamar aos quatro ventos que estou aqui, estou vivo e quero participar activamente na construção de um mundo melhor. Um mundo onde se valorizem as pessoas, o trabalho, a honestidade, o respeito, a solidariedade, os valores sociais...
Muitas vezes interrogo-me acerca da condição humana, quais as razões para haver tantas diferenças, que poder oculto decidirá sobre o papel que cada um desempenha nesta passagem breve e efémera pelo planeta, que desígnios tão díspares se nos deparam se à partida todos somos fruto de um acto sexual mais ou menos elaborado e nascemos perfeitamente nus...
Se pensarmos bem, a única forma de produzir riqueza, a única e verdadeira riqueza, é o trabalho. O dinheiro só existe por convenção, o petróleo, o ouro, os diamantes... só têm valor porque efectivamente se lhes quis atribuir essa importância.
Então, se a verdadeira riqueza é o trabalho, os trabalhadores são os detentores de toda a riqueza do mundo. Se assim é, porque será que têm necessidade de sair para a rua clamar por melhores salários e melhores condições laborais, insurgir-se contra a exploração, contra os governantes, contra o patronato, contra..., contra...?
Tudo isto são paradoxos difíceis de entender e de explicar. Mas se atentarmos simplesmente nas corrrentes migratórias que se verificaram através dos séculos mais fácil se torna perceber que, em regra, elas ocorrem pela busca de melhores condições económicas. As pessoas deslocam-se para trabalhar, gerar riqueza, que deixam no local onde a produziram, apenas ficando com uma pequena parte...
Assim sendo, porque não aproveitar essa força de trabalho para criar riqueza onde as pessoas se encontram?
Eu sou uma excepção à regra e, por isso, aqui estou a trabalhar. Um trabalho intelectual, uma breve reflexão, um desafio a mim próprio, a ver se consigo produzir algo que satisfaça a minha vontade de clamar aos quatro ventos que estou aqui, estou vivo e quero participar activamente na construção de um mundo melhor. Um mundo onde se valorizem as pessoas, o trabalho, a honestidade, o respeito, a solidariedade, os valores sociais...
Muitas vezes interrogo-me acerca da condição humana, quais as razões para haver tantas diferenças, que poder oculto decidirá sobre o papel que cada um desempenha nesta passagem breve e efémera pelo planeta, que desígnios tão díspares se nos deparam se à partida todos somos fruto de um acto sexual mais ou menos elaborado e nascemos perfeitamente nus...
Se pensarmos bem, a única forma de produzir riqueza, a única e verdadeira riqueza, é o trabalho. O dinheiro só existe por convenção, o petróleo, o ouro, os diamantes... só têm valor porque efectivamente se lhes quis atribuir essa importância.
Então, se a verdadeira riqueza é o trabalho, os trabalhadores são os detentores de toda a riqueza do mundo. Se assim é, porque será que têm necessidade de sair para a rua clamar por melhores salários e melhores condições laborais, insurgir-se contra a exploração, contra os governantes, contra o patronato, contra..., contra...?
Tudo isto são paradoxos difíceis de entender e de explicar. Mas se atentarmos simplesmente nas corrrentes migratórias que se verificaram através dos séculos mais fácil se torna perceber que, em regra, elas ocorrem pela busca de melhores condições económicas. As pessoas deslocam-se para trabalhar, gerar riqueza, que deixam no local onde a produziram, apenas ficando com uma pequena parte...
Assim sendo, porque não aproveitar essa força de trabalho para criar riqueza onde as pessoas se encontram?
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