Mostrar mensagens com a etiqueta Coca. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Coca. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Monção em Festa

Uma semana com dois feriados pelo meio pouco produtiva pode ser. O que vale é que com três dias de férias ganha-se um bom período de descanso. Descanso a sério porque o tempo a isso foi propício já que choveu continuamente até à quinta feira (11), dia do Corpo de Deus da antiga Festa da Coca e um dos feriados municipais de Monção.
No início da semana deparei-me com esta coisa em plena Praça Deuladeu, o antigo Terreiro, que constitui a "sala de visitas" da urbe.Dizem que foi na sequência de um evento ali realizado uns dias antes e que tinham um fim pedagógico porque o tema era a ecologia. Ainda bem que assim foi, só que talvez os serviços competentes devessem ter o cuidado de os remover de imediato, por causa das dúvidas...
Dúvidas que se dissiparam de seguida e no seu lugar repousaram por algumas horas a Coca Rabicha e a sua filha, fruto do casamento daquela com o dragão de Redondela.A procissão do Corpo de Deus é majestosa, principalmente pela representação das freguesias do concelho. Em primeiro plano encontra-se a representação de Riba de Mouro, a minha terra natal :)Também se pode apreciar a famosa Custódia, uma obra prima da ourivesaria portuguesa do Séc XVI.No final, o torneio no recinto do Souto congregou as atenções de imensa gente mas para que possam apreciar o evento e muito mais remeto para o álbum do Silvano, que pelos vistos esteve lá, ao contrário de mim que preferi ficar à sombra a deliciar-me com uma saborosa cerveja.
Paralelamente, o alvarinho ia pregando as suas partidas... Para quem não sabe, deixo aqui um conselho: o vinho alvarinho deve beber-se de pé porque se estivermos sentados corremos o risco de não nos conseguirmos levantar.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Coca e Alvarinho

Decorrem em Monção os tradicionais festejos do Corpo de Deus, a mais emblemática manifestação cultural do Concelho, sem desprimor para as grandiosas festas em honra da Virgem das Dores.
Ontem foi o dia da Coca mas parece que o secular torneio não foi levado a efeito por causa do mau tempo, ao contrário do que sucedeu em Redondela onde os deuses da chuva propiciaram condições para levar a cabo o evento, conforme se pode verificar na foto ao fundo.
Contudo, ainda a "procissão" vai no adro.
As actividades são muitas e diversificadas, sendo a Feira do Alvarinho a que atrai mais atenções pela importância que a divulgação deste ex-libris de Monção representa para a economia local.
E por falar em Alvarinho, parece que sobram preocupações por ter dado entrada na Comissão de Vitivinicultura da Região dos Vinhos Verdes uma proposta para alargamento da produção de Alvarinho a toda a Região (desta questão se faz eco aqui).
Já não chegavam as constantes "picardias" com os vizinhos de Melgaço pelo protagonismo que produtores e autoridades deste concelho têm vindo a assumir nos últimos anos...
A minha opinião é que se deve defender a qualidade e a denominação de origem do Alvarinho enquanto produto perfeitamente diferenciado do que possa ser produzido noutras regiões, o que me parece difícil.
De facto, a Galiza possui uma extensa área geográfica onde se produz o excelente "Albariño", para o qual foram canalizados fortes investimentos e desenvolvidas importantes acções de promoção nos mercados internos e externos com muito sucesso. E isso nunca incomodou os produtores do lado sul.
Também são conhecidos os problemas que se têm levantado ao consagrado vinho generoso produzido na Região Demarcada do Douro, dada a concorrência vinda de Espanha, da África do Sul e da Califórnia.
Nada me garante que os solos que produzem o afamado "loureiro" não possuem boa aptidão para produzir Alvarinho. Se assim for mais tarde ou mais cedo os produtores de Monção e Melgaço ver-se-ão a braços com a concorrência de Alvarinho de Penafiel, de Barcelos, de Fafe, de Castelo de Paiva ou de Vale de Cambra.
Mas se realmente os solos e as condições microclimáticas de Monção e Melgaço forem de tal modo particulares que se diferenciem do resto da Região dos Vinhos Verdes podem ficar descansados. As tentativas para produzir Alvarinho noutro lugar terão o mesmo sucesso que teriam os agricultores do Vale do Minho se quisessem ali produzir vinho do Porto ou os da Bairrada se quisessem aqui produzir vinho da Madeira.
Cartazes copiados de: http://www.cm-moncao.pt/principal.asp

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Em Junho, de foice em punho...

Para ceifar o quê?
Tinha pensado num tema mas verifiquei que está muito bem tratado aqui e não só. Assim, que fazer?
Como diria Pedro Abrunhosa, talvez f****? Mas por agora ficamos com os seus (nossos) fantasmas.